Creatina e seus benefícios na menopausa.

Creatina e seus benefícios na menopausa.

A creatina pode ser uma importante aliada para mulheres durante a menopausa e a pós-menopausa. Estudos publicados na revista científica Nutrients indicam que sua suplementação pode contribuir para a melhora da composição corporal, o fortalecimento ósseo e até mesmo oferecer suporte à função cognitiva nessa fase da vida.

A menopausa ocorre devido à redução da produção de estrogênio, hormônio essencial para o funcionamento do ciclo menstrual. Além dos sintomas mais conhecidos, como ondas de calor e irregularidade menstrual, essa queda hormonal também pode favorecer a perda de massa muscular e da densidade óssea ao longo do tempo.

Nesse contexto, a creatina surge como uma estratégia nutricional interessante para promover mais força, vitalidade e qualidade de vida. Segundo os estudos, sua suplementação pode auxiliar na preservação da massa muscular, no aumento da força física e na melhora da resistência.

Esses fatores são especialmente importantes para reduzir riscos relacionados ao envelhecimento, como quedas, fraturas e osteoporose.

Principais benefícios da creatina na pós-menopausa

Entre os principais benefícios observados em mulheres na pós-menopausa, destacam-se:

  • Auxílio no ganho e na preservação da massa muscular;
  • Melhora da força e da disposição física;
  • Contribuição para a saúde óssea;
  • Melhor desempenho durante as atividades físicas;
  • Suporte à função cognitiva e ao humor.

Creatina, memória e função cognitiva

Além dos efeitos musculares, algumas pesquisas sugerem que a creatina também pode favorecer o funcionamento cerebral. Durante a menopausa, as alterações hormonais podem impactar a memória, o foco e o desempenho cognitivo.

Nesse sentido, a creatina demonstrou potencial para auxiliar na manutenção dessas funções.

Um estudo publicado em 2021 na revista Nutrients mostrou que a creatina pode beneficiar o processamento cognitivo em situações associadas à menor disponibilidade energética cerebral, como privação de sono, envelhecimento, depressão, doença de Alzheimer e lesão cerebral traumática.

Mas, afinal, como a creatina age no organismo?

A creatina participa diretamente da produção de energia celular. Ela é armazenada principalmente nos músculos e atua na regeneração do ATP, ou adenosina trifosfato, principal fonte de energia utilizada pelas células musculares durante os movimentos e exercícios físicos.

Quando ocorre a contração muscular, o ATP é consumido rapidamente. A creatina ajuda justamente na reposição dessa energia, favorecendo mais força, resistência e desempenho físico.

Por esse motivo, sua suplementação é bastante utilizada em atividades de alta intensidade, como musculação e exercícios de explosão.

Com níveis adequados de creatina, o organismo consegue gerar energia de forma mais eficiente, potencializando a performance física e contribuindo para a manutenção da massa muscular ao longo do envelhecimento.

Para quem a suplementação pode ser interessante?

A suplementação pode ser especialmente interessante para mulheres que apresentam:

  • Perda de massa muscular;
  • Redução da força física;
  • Sensação frequente de fadiga;
  • Diminuição da disposição para atividades físicas;
  • Dificuldades relacionadas à memória, ao foco ou à cognição.

Como consumir creatina?

De forma geral, a recomendação mais utilizada é de 5 gramas por dia. A creatina pode ser consumida diariamente e associada às refeições principais, inclusive àquelas que contenham proteínas e carboidratos.

Também é importante optar por creatinas com elevado grau de pureza e boa procedência. A versão em pó costuma ser a mais utilizada nos estudos científicos relacionados aos benefícios da suplementação.

A Creatina U-Strengthda UCARE Nutrition, é 100% pura e formulada com matéria-prima importada.

Referências científicas

  1. Smith-Ryan AE, Cabre HE, Eckerson JM, Candow DG. Creatine Supplementation in Women’s Health: A Lifespan Perspective. Nutrients. 2021;13(3):877.
  2. Roschel H, Gualano B, Ostojic SM, Rawson ES. Creatine Supplementation and Brain Health. Nutrients. 2021;13(2):586.

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